Temos disponível uma conta corrente para quem quiser fazer doações em dinheiro para apadrinhar castração, vacinação ou compra de rifas. Quem efetuar o depósito pode nos avisar na página do facebook Focinhos Carentes Jaraguá do Sul, via e-mail focinhoscarentesjaragua@gmail.com, ou através de algum voluntário. As compras de rifas por depósito, terão os bilhetes preenchidos com o nome dos compradores, escaneadas e passados os comprovantes por e-mail.
Seguem dados:
Banco do Brasil (001)
Agência (5238-8)
C/C (6313-4)
Favorecidos: Makely Klug e Thiago M. Sequimel
Lembrando que como não somos uma ONG, não temos CNPJ, por esse motivo a conta está no nome de 2 voluntários.
IMPORTANTE: Você poderá acompanhar a prestação de contas através da página do facebook ou aqui no Blog.
Vamos lá pessoal, precisamos da sua ajuda, ela fará muita diferença.
Equipe Focinhos Carentes Jaraguá do Sul
Somos um grupo de amigos VOLUNTÁRIOS reunidos com um único intuito, ajudar uns focinhos carentes em Jaraguá do Sul. Não temos nenhum vínculo governamental ou político, apenas estamos unidos nesta causa que é ajudar aqueles que precisam de nossa ajuda. Queremos apenas devolver a esses bichinhos o que lhes foi tirado: a felicidade de ter um lar, amigos, carinho, cuidados veterinários, comida e água.
terça-feira, 31 de janeiro de 2012
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Diário de um Cão
Tire um minuto do seu tempo para essa leitura, vale a pena.
1ª semana:
- Hoje completei uma semana de vida. Que alegria ter chegado a este mundo!
1º mês:
- Minha mamãe cuida muito bem de mim. É uma mãe exemplar!
2 meses:
- Hoje me separaram de minha mamãe. Ela estava muito inquieta e, com seu olhar, disse-me adeus. Espero que a minha nova "família humana" cuide tão bem de mim como ela o fez.
4 meses:
- Cresci rápido, tudo me chama a atenção. Há várias crianças na casa e para mim são como "irmãozinhos". Somos muito brincalhões, eles me puxam o rabo e eu os mordo de brincadeira.
5 meses:
- Hoje me deram uma bronca. Minha dona se incomodou porque fiz "pipi" dentro de casa. Mas nunca me haviam ensinado onde deveria fazê-lo. Além do que, durmo no hall de entrada. Não deu para aguentar.
8 meses:
- Sou um cão feliz! Tenho o calor de um lar, sinto-me tão seguro, tão protegido... Acho que a minha família humana me ama e me consente muitas coisas.
O pátio é todinho para mim e, às vezes, me excedo, cavando na terra como meus antepassados, os lobos quando escondiam a comida. Nunca me educam. Deve ser correto tudo o que faço.
12 meses:
- Hoje completo um ano. Sou um cão adulto.
Meus donos dizem que cresci mais do que eles esperavam. Que orgulho devem ter de mim!!
13 meses:
- Hoje me acorrentaram e fico quase sem poder movimentar-me até onde tem um raio de sol ou quando quero alguma sombra.
Dizem que vão me observar e que sou um ingrato. Não compreendo nada do que está acontecendo.
15 meses:
- Nada é igual... Moro na varanda. Sinto-me muito só. Minha família já não me quer! Às vezes esquecem que tenho fome e sede. Quando chove, não tenho teto que me abrigue...
16 meses:
- Hoje me desceram da varanda. Estou certo de que minha família me perdoou. Eu fiquei tão contente que pulava com gosto. Meu rabo parecia um ventilador. Além disso, vão levar-me a passear em sua companhia!
Nos direcionamos para a rodovia e, de repente, pararam o automóvel.
Abriram a porta e eu desci feliz, pensando que passaríamos nosso dia no campo.
Não compreendo porque fecharam a porta e se foram. "Ouçam, Esperem!" lati... se esqueceram de mim... Corri atrás do carro com todas as minhas forças.
Minha angústia crescia ao perceber que quase perdia o fôlego e eles não paravam.
Haviam me esquecido.
17 meses:
- Procurei em vão achar o caminho de volta ao lar. Estou e sinto-me perdido! No meu caminho existem pessoas de bom coração que me olham com tristeza e me dão algum alimento. Eu lhes agradeço com o meu olhar, desde o fundo de minh'alma. Eu gostaria que me adotassem: seria leal como ninguém!
Mas somente dizem: "pobre cãozinho, deve ter se perdido."
18 meses:
- Um dia destes, passei perto de uma escola e vi muitas crianças e jovens como meus "irmãozinhos". Aproximei-me e um grupo deles, rindo, me jogou uma chuva de pedras "para ver quem tinha melhor pontaria". Uma dessas pedras feriu-me o olho e desde então, não enxergo com ele.
19 meses:
- Parece mentira Quando estava mais bonito, tinham compaixão de mim. Já estou muito fraco; meu aspecto mudou. Perdi o meu olho e as pessoas me mostram a vassoura quando pretendo deitar-me numa pequena sombra.
20 meses:
- Quase não posso mover-me! Hoje, ao tentar atravessar a rua por onde passam os carros, um me jogou! Eu estava no lugar seguro chamado "calçada", mas nunca esquecerei o olhar de satisfação do condutor, que até se vangloriou por acertar-me. Quisera que tivesse matado! Mas só me deslocou as cadeiras! A dor é terrível!
Minhas patas traseiras não me obedecem e com dificuldade arrastei-me até a relva, na beira do caminho..
Faz dez dias que estou embaixo do sol, da chuva, do frio, sem comer. Já não posso mexer-me! A dor é insuportável! Sinto-me muito mal, fiquei num lugar úmido e parece que até o meu pelo esta caindo...
Algumas pessoas passam e nem me vêem; outras dizem: "não chegue perto". Já estou quase inconsciente; mas alguma força estranha me faz abrir os olhos. A doçura de sua voz me fez reagir. "Pobre cãozinho, olha como te deixaram", dizia... junto com ela estava um senhor de avental branco. Começou a tocar-me e disse:
"Sinto muito senhora, mas este cão já não tem remédio". É melhor que pare de sofrer".
A gentil dama, com as lágrimas rolando pelo rosto, concordou. Como pude, mexi o rabo e olhei-a, agradecendo-lhe que me ajudasse a descansar. Somente senti a picada da injeção e dormi para sempre, pensando em porque tive que nascer se ninguém me queria...
Tenha consciência que quando adotar um animal, ele se tornará totalmente dependente de você.
Equipe Focinhos Carentes Jaraguá do Sul
domingo, 29 de janeiro de 2012
Você ainda não tem um bom motivo pra ajudar?
“Papai do céu, olhai por todos aqueles que fazem o bem, e aqueles que não o fazem também. É porque eu tenho certeza, que um dia, eles vão fazer."
Desconhecemos o autor, mas reconhecemos o quanto seus ideais são valiosos.
Equipe Focinhos Carentes Jaraguá do Sul
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Carta aos donos de cães acorrentados
Querido "dono",
...Consegui que escrevessem esta carta por mim. Nem sabes a alegria que sinto por poder comunicar contigo. Todos os dias, desde aquele dia longínquo em que me colocaste a corrente no pescoço e me prendeste neste espaço, eu sonho que venha me visitar e fazer festinhas como me fazias quando eu era um bebê. Eu sonho que venhas conversar comigo, não entendo muito bem o que me dizes, mas nem imaginas como adoro ouvir o som da tua voz!Eu sei que fiz algo de errado, senão certamente não me terias colocado aqui. Desculpa! Não quero ser exigente mas começa a doer ter esta corrente atada ao meu pescoço. Às vezes tenho o pescoço dormente, e outras vezes tenho muito comichão e nem consigo coçar! Sinto o seu peso todos os dias, o peso da solidão que me prende.
Tenho vontade de esticar as pernas e correr...e como eu gostava de poder fazer isso contigo! Adorava que me atirasses umas bolas, aí eu podia mostrar-te como sou rápido a correr e como as trazia rapidamente. Gostava de poder ver o que tu vês, o mundo lá fora é muito grande? E existem outros como eu?
Às vezes tenho sede e alguma fome mas eu aguento em silêncio porque sei que assim que poder virá dar-me comida e água, sei que fazes o que podes, eu não quero incomodar, mas sabes, por vezes gostava de ter um pouco da tua companhia.Sei que talvez alguém te tenha dito que eu não tenho sentimentos, mas olha que é mentira! Nem imaginas quanta alegria sinto quando alguém me toca ou se dirige a mim. Nem sabes quanta tristeza e solidão pesa em mim nas longas horas que não vejo ninguém. Nem sabes o medo que por vezes sinto no Inverno aqui sozinho, e tenho tanta vontade de estar perto de ti.
No outro dia passaram aqui umas pessoas estranhas e puseram-se a olhar cá para dentro e a apontar para mim, riam e atiravam umas pedras na minha direção. Queriam vir fazer-te mal. Acertaram-me com uma na pata e ontem não consegui levantar-me , mas eu afuguentei-as logo com o meu ladrar. Eu não quero que ninguém te venha fazer mal…e não quero que te zangues comigo, eu prometo fazer melhor por ti.Eu sou o teu amigo mais fiel, nunca te irei trair, não guardo rancor, e não tiro nunca o lugar de ninguém, será que tens mais amigos assim no teu mundo? Só queria um pouco mais da tua atenção e amor, uma cama quente no inverno, um local fresco no verão e o teu cheiro a entrar-me nas narinas todos os dias, seguido de um sorriso e uma festa no meu velho lombo.
Eu sei que um dia tu irás chegar aqui e tirar a corrente, e dar-me tudo isto, até lá eu fico quieto á espera. Só não demores muito meu "dono", porque estou a ficar velho e começo a ver e ouvir mal. Faltam-me forças e não quero ir, sem viver um pouco contigo.
Do teu "cão”
Se virem um cão aprisionado, imprimam esta carta e deixem na caixa de correio dos donos. Em nome dos “cães”, obrigada.
Equipe Focinhos Carentes Jaraguá do Sul
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
Focinhos Carentes no Jornal A Notícia
25 de janeiro de 2012. | N° 1381Alerta
PARA ADOÇÃO
Cães precisam de um novo lar
Reciclador de Jaraguá do Sul já chegou a cuidar de 80 animais abandonados
Um homem amigo dos cachorros precisa de ajuda em Jaraguá do Sul. O reciclador José Paker Neto, 56 anos, chamado de Zequinha, é conhecido por seu apego e cuidado com os cães. Todos sabem do amor que ele tem pelos bichos, mas a situação ficou sem controle e, agora, quem precisa de auxílio é o próprio reciclador.
Por cuidar de cachorros, a casa de Zequinha virou um verdadeiro canil, só que sem estrutura para abrigá-los. O homem diz que donos que não queriam mais seus animais acabaram abandonando os cães na frente da casa dele, que fica no bairro Jaraguá 84. “Começaram a deixar um monte de cachorro aqui e o que eu vou fazer?”, questiona.
Por causa de sua compaixão, Zequinha chegou a ter mais de 80 cães. Ele confessa que já deixou de comer para alimentar os cães, que são chamados pelo nome pelo reciclador. No entanto, de duas semanas para cá, cerca de 20 morreram. Restaram mais de 60.
José está recebendo ajuda do grupo de amigos Focinhos Carentes. Makely Klug e Thinara Machado, que fazem parte do grupo, estão auxiliando com orientações sobre limpeza e alimentação dos cães. Makely acredita que os cachorros morreram envenenados, mas como não tem provas, não será feito um boletim de ocorrência.
O grupo já doou cem quilos de ração, limpou o local e levou o veterinário Marcos Hackbarth para dar um parecer sobre o estado dos bichos. O terreno onde Zequinha mora com os cães tem cerca de 800 m², mas a casa improvisada está ficando pequena para tantos animais. A moradia está, atualmente, inabitável, com cheiro forte de fezes e urina, muitas moscas e pouco espaço. O maior problema, segundo o veterinário, é a alimentação. “A primeira coisa é tratar com ração e não com restos de comida, como estava ocorrendo. Vamos ver se conseguimos castrar, pelo menos, os machos, e encaminhar os filhotes para adoção”, recomenda. No total, são dez filhotes que precisam de um lar.
Zequinha topou doar também os cães adultos. Apenas Xuxinha e mais três cachorros, com os quais ele é mais apegado, não devem ir para adoção. Já Makely lembra que quem não puder adotar um animal, mas quer apadrinhar um tratamento, como uma castração, pode entrar em contato. O grupo está recebendo também ajuda, como ração, material de limpeza ou material de construção. Para doações ou adoções o contato deve ser feito pelo (47) 8426-6007 ou 8828-9225.
Por cuidar de cachorros, a casa de Zequinha virou um verdadeiro canil, só que sem estrutura para abrigá-los. O homem diz que donos que não queriam mais seus animais acabaram abandonando os cães na frente da casa dele, que fica no bairro Jaraguá 84. “Começaram a deixar um monte de cachorro aqui e o que eu vou fazer?”, questiona.
Por causa de sua compaixão, Zequinha chegou a ter mais de 80 cães. Ele confessa que já deixou de comer para alimentar os cães, que são chamados pelo nome pelo reciclador. No entanto, de duas semanas para cá, cerca de 20 morreram. Restaram mais de 60.
José está recebendo ajuda do grupo de amigos Focinhos Carentes. Makely Klug e Thinara Machado, que fazem parte do grupo, estão auxiliando com orientações sobre limpeza e alimentação dos cães. Makely acredita que os cachorros morreram envenenados, mas como não tem provas, não será feito um boletim de ocorrência.
O grupo já doou cem quilos de ração, limpou o local e levou o veterinário Marcos Hackbarth para dar um parecer sobre o estado dos bichos. O terreno onde Zequinha mora com os cães tem cerca de 800 m², mas a casa improvisada está ficando pequena para tantos animais. A moradia está, atualmente, inabitável, com cheiro forte de fezes e urina, muitas moscas e pouco espaço. O maior problema, segundo o veterinário, é a alimentação. “A primeira coisa é tratar com ração e não com restos de comida, como estava ocorrendo. Vamos ver se conseguimos castrar, pelo menos, os machos, e encaminhar os filhotes para adoção”, recomenda. No total, são dez filhotes que precisam de um lar.
Zequinha topou doar também os cães adultos. Apenas Xuxinha e mais três cachorros, com os quais ele é mais apegado, não devem ir para adoção. Já Makely lembra que quem não puder adotar um animal, mas quer apadrinhar um tratamento, como uma castração, pode entrar em contato. O grupo está recebendo também ajuda, como ração, material de limpeza ou material de construção. Para doações ou adoções o contato deve ser feito pelo (47) 8426-6007 ou 8828-9225.
A casa de Zequinha virou uma espécie de canil improvisado
Confira a matéria: http://www.clicrbs.com.br/anoticia/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a3642038.xml&template=4187.dwt&edition=18853§ion=2000
Focinhos Carentes Jaraguá do Sul
Multimídia
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
Sr. Zequinha, um caso de Extrema Urgência
Gente, sabemos que ultimamente nossos pedidos de ajudam têm sido URGENTES mas realmente essas situações merecem ser tratadas como tal.
Além da D. Catarina e seu esposo (que mantém em seu sítio cerca de 70 cães), temos o caso do Sr Zequinha, um senhor que (sobre) vive de catar papelão nas ruas. A situação dele e dos mais de 60 cães que ele possui em sua residência é ainda mais precária. Nem o Sr. Zequinha tem condições (físicas, psicológicas e financeiras) de se manter, mas ele ama esses cães acima de tudo.
A situação que será descrita a seguir, refere-se aos cães e também as condições do próprio Sr. Zequinha.
Nessa residência todos vivem sem a menor higiene, no meio de lama, fezes, comida estragada e muitos, muitos vermes. Os cães estão todos soltos e juntos, não existe o menor controle e cuidados. Desse modo, é inevitável que eles se procriem, aumentando ainda mais o problema. São muitos os animais doentes, são muitas cadelas prenhas, muitos filhotes recém nascidos, cachorros pequenos, médios e grandes. Praticamente todos precisam de tratamento veterinário.
Eles se alimentam de restos de comida (muitas vezes estragada). Alguns mal conseguem se levantar de tão debilitados que estão. Dois cachorros morreram na frente de um grupo de protetoras que esteve no local hoje para um mutirão de limpeza. O Sr. Zequinha também parece doente e cansado.
Nosso apelo é para a arrecadação de ração, potes, sabonetes, materiais de construção e de limpeza, mas principalmente precisamos de ajuda de veterinários que se prontifiquem a atender esses animais e a diagnosticar as doenças para que possamos providenciar o tratamento adequado. Vamos tentar com os contatos que temos, mas como são muitos animais, entendemos que fica difícil para uns poucos amigos veterinários cuidar de todos.
Por isso se você é veterinário, conhece algum, ou pode ajudar com as despesas que esse tipo de atendimento tem, por favor entre em contato através do e-mail focinhoscarentesjaragua@gmail.com
Precisamos tratar esses animais, providenciar a castração, reestruturar o lugar onde vivem, para que possamos mais adiante, colocá-los para adoção.
Contamos com a sua generosidade, precisamos da sua ajuda. Se você puder ajudar com qualquer um dos itens relacionados acima, ou de qualquer outra forma, por favor entre em contato conosco. Se nos unirmos conseguiremos juntar os recursos necessários para essa causa mais rapidamente.
Desde já agradecemos a todos que já contribuíram e continuam contribuindo, sua ajuda é fundamental e extremamente necessária. Esperamos sinceramente que mais pessoas se sensibilizem e contribuam para salvar essas vidas.
Equipe Focinhos Carentes Jaraguá do Sul
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Por que ajudar?
Algumas pessoas se dedicam a ajudar outras pessoas, outras, ajudam animais. Todos os tipos de ajuda, independentemente a quem estejam destinadas, são necessárias.
A verdade é que na grande maioria das vezes, o problema que enfrentamos em relação aos animais abandonados e vítimas de maus tratos, são consequências dos maus atos das pessoas. Afinal, se existem animais abandonados, nas ruas, é porque alguém os deixou lá. Alguém algum dia pensou que largá-lo longe de casa, perdido, sem comida, água e rumo seria uma forma de resolver seu problema, e dessa forma transfere-o a outras pessoas. Assim, começa uma sucessão de problemas, que já conhecemos e nos deparamos todos os dias.
São as mais diversas histórias de abandonos e maus tratos. São os mais diversos motivos que levam muitos a tomar atitudes como essas. Há ainda os que procuram os abrigos de animais, cheios de certeza de que estão tomando uma atitude decente e certa ao entregar seu bichano, depois de ter vivido com ele, de ter dado abrigo, comida e carinho.
Por esses e muitos outros motivos, que esse grupo de amigos amantes e defensores dos animais, se juntaram em prol de duas causas, para tentar melhorar a vida desses pequenos e indefesos seres que são totalmente dependentes de nós para sobreviver. Esses cachorrinhos e cachorrinhas que algum dia até tiveram uma casa e uma família, mas que hoje, vivem à mercê da própria sorte e da bondade de alguns poucos preocupados em ajudá-los.
Nosso objetivo é dar a eles o mínimo necessário para uma vida digna, como um lar, uma família, comida, água, uma cama quentinha, amor e dedicação. Para que isso aconteça, temos um grande desafio pela frente, que é dar-lhes o que comer e tratamento veterinário, para que cheguem nos seus futuros novos lares, no mínimo, sadios e bem alimentados.
Por isso contamos com sua bondade e ajuda, pois assim como nós, eles precisam desses cuidados todos os dias, e para isso nosso trabalho é constante.
Procure-nos. Entre em contato. Ajude. Vamos transformar esses Focinhos Carentes em Focinhos Felizes.
“A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter, e quem é cruel com os animais não pode ser um bom homem”. (Arthur Schopenhauer)
Equipe Focinhos Carentes Jaraguá do Sul
Equipe Focinhos Carentes Jaraguá do Sul
domingo, 22 de janeiro de 2012
CASO DE EMERGÊNCIA!
AMIGOS PROTETORES DE JARAGUÁ E QUEM MAIS SE PRONTIFICAR!
A nossa amiga protetora Thinara Machado acabou de vir lá da Tifa dos Hungáros, onde ela foi para ver a situação do Sr. Zequinha que é catador de papelão. Ele hoje tem mais de 60 cães, os quais estão em um estado deplorável.
Além da falta de higiene do local, os cães estão doentes, e o pior, estão comendo restos de comidas que é praticamente lavagem.
Estamos organizando um mutirão pra ir lá fazer uma limpeza e tentar salvar os animais mais críticos. Por favor entrem em contato com os protetores. Hoje já estão sendo feitos dois turnos: um de manhã e outro a tarde. Porém o estado que se encontra o local, com certeza teremos que voltar ao local para mais limpeza. Quem se interessar, por favor deixe seu nome e email nos comentários, entraremos em contato.
Não adianta se comover, temos que nos mover.
Precisamos ração, potes e produtos de limpeza com URGÊNCIA!
Somando os cães da dona Catarina e do sr. Zequinha, ja são praticamente 130 cães em estado crítico que estamos ajudando.
Contamos com a sua ajuda!
Equipe Focinhos Carentes Jaraguá do Sul
sábado, 21 de janeiro de 2012
Nosso projeto, depende de sua ajuda.
Somos um grupo de amigos VOLUNTÁRIOS, sem nenhum vínculo governamental ou político, apenas estamos unidos nesta causa que é ajudar aqueles que precisam de nossa ajuda.
Agora estamos trabalhando forte em um projeto para ajudar uma senhora que mora em Nereu Ramos. Dona Catarina e seu marido são pessoas muito simples, e com pouquíssimos recursos, porém pessoas com um coração enorme.
Eles mantem em sua casa mais de 70 cães, simplesmente recolhendo das ruas aqueles bichinhos abandonados pelos seus donos. Vale a pena lembrar que os cães não têm culpa do caráter, ou melhor, da falta de caráter dos seus ex-donos, os quais simplesmente abandonam sem nenhum pouco de dó de seus amigos caninos. Na hora de trazer um filhote a sua casa, estas pessoas simplesmente esquecem que os cães crescem, e com isso a fome e as necessidades fisiológicas também crescem. Para muitos, abandoná-los depois de adultos ou doentes, parece a melhor forma de resolver o seu problema.
Estes cães precisam da nossa ajuda, precisam da ajuda de pessoas de bom coração e de bom caráter. Eles só querem novamente ter um lar, um dono e amigos, tratamento veterinário, e principalmente comida, água, carinho e uma caminha para dormir.
Muitos de nós infelizmente por falta de espaço ou até mesmo de tempo, não podemos adotar estes focinhos abandonados e carentes, mas de uma forma podemos nos unir, e sim ajudar eles a reconquistarem uma nova família.
Nosso projeto é alimentá-los, dar tratamento veterinário, castrá-los e também reestruturar o local que os abrigaram, pois neste momento eles vivem de forma muito precária, amarrados apenas com meio metro de corda e dormindo em casinhas improvisadas.
Para juntar os recursos necessários para que este projeto saia do papel, estamos organizando uma rifa com premios doados por empresas e donos de estabelecimentos de nossa região. Logo esperamos estar com as rifas em mãos, e contar com a colaboração da população toda, pois unidos conseguiremos chegar mais perto da realização de nosso projeto.
Além da doação de ração, remédios, casinhas, sabonetes e potes, os quais são os items de mais urgencia, precisamos tambem a doação de materiais de construção, como tijolos, cimento, cal, madeira, tela, pregos, caixaria e também mão de obra. Você que é dono de um estabelecimento de materias de construção, ou de outros segmentos e também quiserem ajudar na causa, ficaremos muito gratos por qualquer ajuda recebida.
O grupo de amigos Focinhos Carentes de Jaraguá do Sul agradece a todos que estão envolvidos, e que estão dispostos de qualquer forma a nos ajudar. Não só nós ficaremos felizes, mas dona Catarina e seu marido, e principalmente nossos amiguinhos caninos ficarão muito felizes e agradecidos.
Vale lembrar que no universo onde vivemos, toda ajuda e esforço que fazemos ao próximo, é recompensado em nossas vidas de alguma maneira. Falo isso independente de credo ou religião.
Para quem se interessar em nos ajudar, por favor, entrem em contato.
Grato,
Equipe Focinhos Carentes Jaraguá
Um ato de bondade, mesmo que seja pequeno, nunca é em vão.
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